sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Time renovado? Então que venham os reforços!

    

    Antes de 2012 começar nós já esperávamos um grande ano, não é pra menos, afinal é a despedida da nossa casa, um último ano no Olímpico, últimos jogos no estádio que tem tanta história, que foi palco de inúmeros feitos, e claro, o ano de inauguração de um sonho da nação tricolor, nossa Arena. Algumas contratações foram efetuadas, outras frustradas, os primeiros jogos decepcionaram, mas aos poucos estamos vendo uma equipe caminhando em busca de resultados melhores.  
     Muitas decisões da diretoria não foram bem recebidas pelos torcedores, algumas escolhas não parecem ter sido adequadas e foram motivos para as críticas. Algo errado nisso? Não, nós torcemos, acompanhamos, gritamos e seguimos, temos o pleno direito. Conhecemos um Grêmio ‘completo’, um clube com uma imensa história, composto diversas vezes por jogadores talentosos, ídolos que serão eternizados e mais do que isso, defensores que encaravam as partidas como verdadeiras guerras.
   Ninguém tem dúvida alguma que reforços precisam vir, ainda há espaços a serem preenchidos. Não estou falando de lotar o plantel com apostas, afinal, nós precisamos de segurança, infelizmente ainda nos sentimos pressionados e inseguros cada vez que esse atual time entra em campo.  Sem desesperos, nada está perdido, não é em 1 mês que se faz com que uma equipe comece a brilhar ou que jogadores novos comecem a assinar contratos.  


Além do novo reforço, Facundo Bertoglio, a notícia da possível vinda de mais dois estrangeiros deu um ‘up’ na torcida. São eles:  o meia uruguaio Cristian Rodríguez, do Porto e o zagueiro argentino Guillermo Burdisso. Quando falei dessas negociações alguns se equivocaram a respeito dos jogadores, os considerando como ‘talentos apenas do Youtube’. Quem os viu jogar sabe perfeitamente do quanto nossa equipe cresceria com a vinda de ambos. Rodríguez é um jogador rápido que costuma encarar as jogadas, ele vestiria e seria merecedor da camisa 10. E o argentino Burdisso compondo a zaga? Meus caros, seria o fim de uma zaga imatura e insegura.
   Espero que essa má sorte tenha partido e resolva dar espaço para o bom futebol, também para excelentes notícias das contratações. Quero muito anunciar a vinda do uruguaio e do argentino.  Quero voltar a ver o meu Grêmio Copero e certamente, escrever textos em que as críticas não sejam mais o foco e sim, tenham ficado no passado.


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Esse é o Grêmio!



 "Está faltando um grande jogo, que a torcida saia satisfeita com uma grande vitória", Caio Júnior foi direto e sensato em sua fala antes de iniciar o jogo.  
     O técnico pode ser experiente mas não é mágico, jogadores podem ter qualidades individuais, porém é preciso um certo tempo para adquirir o entrosamento ideal. Assim como não se deve montar um time por temporada, não dá pra chutar o balde e querer mandar embora todo o plantel nas primeiras derrotas. Tem que ter calma fora e dentro de campo. Precisávamos de um jogo em que o nervosismo fosse substituído por gritos de gol, queríamos ver uma partida com jogadores entrosados e trabalhando em equipe.
  Durante o jogo me perguntei: “será que esse é o mesmo time que vi sofrer em partidas anteriores?” É sim, é uma equipe que está conquistando maturidade ou quem sabe ganhando uma enorme confiança. Confiança essa que gerou da desconfiança e voltou a surgir após o jogo contra o Ypiranga. É por isso que digo e não vou cansar de repetir, VAMOS ACREDITAR, vamos torcer e enxergar as visíveis melhoras.
   Alguns me questionarão se estou completamente contente, sendo assim já respondo, não estou. A zaga ainda me deixa insegura, mas creio que estão pintando bons reforços pra esse setor tão precário em nossa equipe. 
     Essa vitória não vai apenas para nós torcedores que estamos sempre apoiando, mas vai em especial aos grandes jornalistas corneteiros,  aos colorados que vivem opinando e torcendo contra. Ainda não voltamos por completo, mas aviso: ESTAMOS VOLTANDO. 


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Aliviou a pressão, não a preocupação.

     

       Que a verdade seja dita, o Grêmio conseguiu vencer, faltou convencer. Não que nós sejamos extremamente exigentes, pois nós ficamos aliviados com a vitória, isso não quer dizer que ficamos contentes; nossa vontade não é ter uma equipe perfeita e isenta de erros, e sim ter um time completo e equilibrado. Se o meio-campo continuar falhando inúmeras vezes, de que maneira a bola chegará à frente e balançará a rede? Ou ainda pior, se a zaga temer descaradamente cada ataque, agir com imaturidade e não segurar, quantos gols tomaremos por partida?
   A maior parte da imprensa e elevada porcentagem dos torcedores estão condenando Caio Júnior; estão crucificando o técnico por ele não fazer mágica? Exato. Precisamos ser coerentes e não culpar o setor errado. Acordem! O Caio não fará milagres, as peças que ele tem a disposição são estas. Talvez eu esteja muitíssimo equivocada, mas com o atual plantel que temos, nem o ilustre Guardiola resolveria.
   Apesar de infinitas críticas, não podemos deixar de destacar e aplaudir jogadores que carregaram o time nas costas, para mim, um deles é o nosso boliviano, Marcelo Moreno está brilhando mais há cada partida. Arrisco-me a afirmar: são de jogadores desse tipo, jogadores que entram com vontade de defender, marcar, que tem raça que nós precisamos. E aliás, quanto aos futuros reforços comentados por Paulo Pelaipe? Não sei, só posso dizer duas coisas: amadores não servem, e os tais reforços precisam chegar nesta temporada. 


domingo, 5 de fevereiro de 2012

Erros dos jogadores, ausência de outros ou uma equipe sem pretensões?

   

   Aqueles que me conhecem sabem: sou totalmente contra cornetas e vaias. Porém, é errado tapar meus olhos, se torna inevitável somente defender o Grêmio sem avaliar a real situação ou sem tentar enxergar os problemas escancarados.
    Foi um jogo terrível? O placar já explica que não.  No 1º tempo vi um Grêmio criando ótimas jogadas, senti firmeza com uma dupla de ataque querendo a todo custo marcar e deixar seus nomes como destaques da partida.  Mas alguém saberia me dizer onde ainda estão escondidos os jogadores Marco Antonio e Douglas Grolli? Aliás, o termo ‘escondido’ não é adequado, até porque nós víamos Marco Antonio, mas curiosamente cometendo passes errados, se comportando como um mero amador e Grolli marcando contra o Grêmio.
   Não foram somente nós torcedores que lamentamos a lesão de Mário Fernandes, a equipe toda notou bastante a ausência do lateral, que convenhamos, cumpre inclusive o tarefa de outros jogadores.  Eu escreveria um texto com 5 páginas pra explicar a partida e talvez não fosse suficiente, não dá pra jogar a culpa inteiramente no Caio Júnior ou xingar os jogadores, então serei breve, faltou o fundamental pra um time que deseja ser vencedor, faltou o inexistente na equipe, a ZAGA e um bom meio-campista! Ou a direção providencia logo contratações (que não sejam jogadores apostas) pra suprir estas necessidades, ou lamento em informá-los, nosso 2012 será tão frustrante quanto o ano passado foi.
  E diretoria: enrolar não resolve, só faz o torcedor perder mais e mais a paciência; acreditamos na ‘imortalidade gremista’, mas não dá pra usar as mesmas desculpas diante dos tropeços, a mais clichê delas, "que o Grêmio é imortal e blá blá", o mesmo discurso o tempo inteiro não cola. Menos palavras, mais ações!  

Rivalidade não é violência.

          


    O futebol nos une, a rivalidade nos motiva; quando tem clássico é sempre um diadiferente, a emoção triplica. Há poucos dias uma tragédia em uma partida no Egito chocou o mundo, sabem por quê? Porque faltou futebol e sobrou violência. E futebol vai além disso, o futebol é o que encanta, o que faz milhares vibrarem e a violência destrói, ela mata. Isso não vale apenas para gremistas, mas para colorados, santistas ou palmeirenses: não se responde com um soco, um pontapé ou outra agressão física, se responde com o fundamental, com futebol dentro de campo. Sejamos todos sensatos, futebol é maior que tudo isso.